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nâo é por acaso Luis
nâo é por acaso Luis: (www.astormentas.com)
Poema ao acaso
Nunca a alheia vontade, inda que grata,
Fernando Pessoa
Nunca a alheia vontade, inda que grata,
Cumpras por própria. Manda no que fazes,
Nem de ti mesmo servo.
Niguém te dá quem és. Nada te mude.
Teu íntimo destino involuntário
Cumpre alto. Sê teu filho.
domingo, 1 de junho de 2014
uma cousa antiga
Xaquim Marin - LVG 30-06-2014
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