nâo é por acaso Luis

nâo é por acaso Luis: (www.astormentas.com)
Poema ao acaso



Quem me dera voltar à inocênciaDas coisas brutas, sãs, inanimadas,Despir o vão orgulho, a incoerência:– Mantos rotos de estátuas mutiladas!Ah! arrancar às carnes laceradasSeu mísero segredo de consciência!Ah! poder ser apenas florescênciaDe astros em puras noites deslumbradas!Ser nostálgico choupo ao entardecer,De ramos graves, plácidos, absortosNa mágica tarefa de viver!Ser haste, seiva, ramaria inquieta,Erguer ao sol o coração dos mortosNa urna de oiro duma flor aberta!...


quarta-feira, 22 de maio de 2013

mala herba, por qué?

 
 

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